15/08/2014 

Escola - Trading

Edição 67

Em 1988, Cristovam Buarque, então somente um professor de economia brasileira na Universidade de Brasília, foi eleito reitor, na primeira eleição direta do gênero, com o seguinte mote: acabar na UNB com o “pacto da mediocridade”.

Segundo Buarque, na educação havia um acordo tácito em que “o professor fingia que ensinava e o aluno fingia que aprendia” e ambos iam assim, até o curso acabar, e todos se regozijarem com os seus diplomas. Este pacto não acabou.

Da década de oitenta aos dias de hoje, o pacto da mediocridade expandiu-se com o aumento de cursos públicos e privados em todos os níveis. Recentemente entrou fundo na modalidade à distância.

O problema é que o mercado de trabalho não pactua com o pacto da mediocridade.

Numa economia aberta, como a brasileira desde a década de noventa, produtividade, eficácia e eficiência no uso do conhecimento como vantagem competitiva é o mote das empresas de qualquer porte. Quem usa o conhecimento são pessoas,não máquinas

Resultado: as pessoas reclamam que não há emprego e as empresas reclamam que não há profissionais. Ambos estão certos.

As empresas querem profissionais que tenham adquirido e saibam utilizar o conhecimento com criatividade para gerar valor ao negócio. As escolas e faculdades não ensinam isso.

As pessoas querem empregos que lhes proporcione estabilidade financeira, emocional e profissional. As empresas não podem oferecer tais empregos porque vivem em um mundo de negócios onde a única constante é a mudança.

Como acabar então com a proximidade leviana do pacto da mediocridade dentro das escolas e a distância entre estas e o mercado de trabalho?

Aqui na Export Manager Business School nós criamos um modelo que tem rompido simultaneamente com o pacto da mediocridade e a distância do mercado.

Em primeiro lugar somos especialistas. Oferecemos cursos que foram profissionais de comércio exterior e idiomas para negócios.

Por ser especializada, a Export Manager Business School possui uma estrutura enxuta, mas que cumpre todos os requisitos legais de uma faculdade.

Somente contratamos professores que trabalham na área em que ministram a suas aulas. O professor é obrigado, a cada tópico da apostila, todas de nossa autoria, aplicar estudos de casos reais para que o aluno aprenda, dentro da sala de aula, a aplicar os conhecimentos adquiridos.

A escola funciona dentro de uma trading company que funciona como departamento de exportação terceirizado de pequenas e médias empresas.

Nossos alunos que não trabalham em alguma empresa, devem, ao longo do curso, estagiar como traders de nossos clientes prospectando e  efetivando negócios e, depois, fazer a operação, incluindo os documentos eletrônicos do despacho aduaneiro que são objeto da disciplina prática aduaneira.

Alunos que conseguem fechar negócios ganham uma comissão sobre eles. Alguns são tão bons que ao final do mês em vez de ter um débito coma  escola tem um crédito, pago em dinheiro.

 

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Fonte: Export Manager